Bruno Carachesti (22), presidente do Centro Acadêmico de Comunicação da Faculdade do Pará, estudante do 4º semestre de graduação em Jornalismo da FAP.
Flávia Dias: Bruno, você foi quem “idealizou” o Centro Acadêmico dentro da Faculdade do Pará fazendo reuniões para debater o tema e tentando mobilizar os alunos nesse movimento. Como surgiu isso pela necessidade ou pura idealização?
Bruno Carachesti: Assim surgiu pela necessidade mesmo que eu senti em relação á faculdade, das deficiências. Fui Plantando isso na cabeça de amigos e tudo. Que precisamos ter uma boa representatividade na sociedade e no nosso curso e acredito que não existe movimento sem mobilização para uma melhoria de educação e uma educação de qualidade.
Flávia Dias: Que tipo de necessidades os cursos, por exemplo, de comunicação social têm?
Bruno Carachesti: A gente tem muita necessidade de centros de debates entre alunos, espaços para exposições de produtos e experimentação.
Flávia Dias: Você acha que essas necessidades existem devido à ausência da coordenação, ausência do Diretório Central dos Estudantes ou falta de interesse e cobrança dos alunos?
Bruno Carachesti: Existe uma falta de interesse e cobrança dos alunos, pois o diretório só funciona com isso. Falta organização desses alunos.
Flávia Dias: A formação provisória do CA de comunicação tem alguma relação positiva ou negativa com o DCE?
Bruno Carachesti: A gente pretende que seja positiva até porque são os estudantes. É necessário para a construção de que caminhemos juntos. Só que o CA é autônomo e independente de uma boa relação com o DCE positiva ou não, ele vai existir.
Flávia Dias: Um grupo de alunos está se organizando e fundou uma comissão pró-DCE. Você acha que isso pode influenciar na formação ou no desenvolvimento dos Centros Acadêmicos? De que forma?
Bruno Carachesti: Sim. Acho que pode influenciar. Até porque foi um movimento espontâneo e a necessidade de ter um DCE era anterior ao incentivo da direção acadêmica. E a formação dos Centros Acadêmicos é também um movimento espontâneo, além de ser especifico porque cada centro acadêmico sabe as necessidades do seu curso e o DCE pode ajudar nas conquistas.
Flávia Dias: Como o CA de comunicação pretende atuar?
Bruno Carachesti: A gente pretende atuar da forma mais democrática possível, promovendo atividades de integração entre os alunos e atividades de transformação da visão do futuro profissional no mercado de trabalho.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
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