segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Entrevista com Bruno Carachesti

Bruno Carachesti (22), presidente do Centro Acadêmico de Comunicação da Faculdade do Pará, estudante do 4º semestre de graduação em Jornalismo da FAP.

Flávia Dias: Bruno, você foi quem “idealizou” o Centro Acadêmico dentro da Faculdade do Pará fazendo reuniões para debater o tema e tentando mobilizar os alunos nesse movimento. Como surgiu isso pela necessidade ou pura idealização?
Bruno Carachesti: Assim surgiu pela necessidade mesmo que eu senti em relação á faculdade, das deficiências. Fui Plantando isso na cabeça de amigos e tudo. Que precisamos ter uma boa representatividade na sociedade e no nosso curso e acredito que não existe movimento sem mobilização para uma melhoria de educação e uma educação de qualidade.

Flávia Dias: Que tipo de necessidades os cursos, por exemplo, de comunicação social têm?
Bruno Carachesti: A gente tem muita necessidade de centros de debates entre alunos, espaços para exposições de produtos e experimentação.

Flávia Dias: Você acha que essas necessidades existem devido à ausência da coordenação, ausência do Diretório Central dos Estudantes ou falta de interesse e cobrança dos alunos?
Bruno Carachesti: Existe uma falta de interesse e cobrança dos alunos, pois o diretório só funciona com isso. Falta organização desses alunos.

Flávia Dias: A formação provisória do CA de comunicação tem alguma relação positiva ou negativa com o DCE?
Bruno Carachesti: A gente pretende que seja positiva até porque são os estudantes. É necessário para a construção de que caminhemos juntos. Só que o CA é autônomo e independente de uma boa relação com o DCE positiva ou não, ele vai existir.

Flávia Dias: Um grupo de alunos está se organizando e fundou uma comissão pró-DCE. Você acha que isso pode influenciar na formação ou no desenvolvimento dos Centros Acadêmicos? De que forma?
Bruno Carachesti: Sim. Acho que pode influenciar. Até porque foi um movimento espontâneo e a necessidade de ter um DCE era anterior ao incentivo da direção acadêmica. E a formação dos Centros Acadêmicos é também um movimento espontâneo, além de ser especifico porque cada centro acadêmico sabe as necessidades do seu curso e o DCE pode ajudar nas conquistas.

Flávia Dias: Como o CA de comunicação pretende atuar?
Bruno Carachesti: A gente pretende atuar da forma mais democrática possível, promovendo atividades de integração entre os alunos e atividades de transformação da visão do futuro profissional no mercado de trabalho.

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